domingo, 18 de dezembro de 2011

O que é a qualidade na investigação qualitativa?


Grounded theory: Uma introdução



















Esta apresentação, elaborada pela Drª Lynn Calman (University of Manchester), faz uma introdução à Grounded Theory, descrevendo alguns pontos importante e frequentemente ignorados por muitos investigadores, tais como as suas (pelo menos 2) diferentes posições epistemológicas decorrentes da separação dos seus "criadores" Glaser & Strauss e a introdução da chamada (e ainda polémica) Contructivist Grounded Theory, por Charmaz. Na parte referente à análise de dados, a autora utiliza mais noções da GT Clássica, de Glasser & Straus.

Video disponibilizado por Methods@Manchester: Seminars on Research Methods related to the Social Sciences.

Bem-vindos



Este blog pretende aumentar a divulgação e a utilização adequada das diversas estratégias metodológicas qualitativas (e não só) actualmente disponíveis para o/a investigador/a.

Integrará conteúdos originais elaborados por mim, assim como materiais e links de outros sites, autores ou instituições de investigação científica, sempre devidamente identificados (levo o meu medo de plágio tão a sério que chego a citar-me a mim própria, só para prevenir), tanto em lingua portuguesa e inglesa. Inicialmente o blog terá sobretudo ligações exteriores e à medida que vou tendo mais tempo (yeah, right...), terá mais conteudos originais. Partilharei também aqui, para além de reflexões teóricas ou descrições práticas, alguns processos de resolução de dilemas metodológicos com que me deparo frequentemente no meu trabalho. E que às vezes correm bem!

Sobre mim:
Psicóloga Clínica e Investigadora, actualmente a desenvolver o meu Doutoramento, fazendo uso de algumas metodologias aqui descritas. Mais sobre o meu percurso e actual projecto aqui


Aviso:

Tal como nada em ciência é definitivo, as metodologias também não entram (ou não deviam entrar) em concursos de beleza. Assim, não verão aqui posturas do género "A minha estratégia metodológica é tão mais sexy que a tua" ou "Isso é demasiado positivista/naturalista/pós-moderno/reflexivo/interpretativista/ect para ser usado". Se há coisa que tenho aprendido, especialmente aqui, é que cada metodologia é utilizada numa determinada posição epistemológica (que convém saber qual é) e deverá ser avaliada tendo em conta os critérios e pressupostos dessa posição, e não de qualquer outra. Senão é uma maçada, ter um investigador da psicologia crítica, pós-moderno e interpretativista a avaliar segundo os seus presupostos um estudo massivamente quantitativo. Dá uma conversa interessante, e pouco mais.

Este blog é um projecto absolutamente amador, não é um emprego a tempo inteiro (emprego...lol!) e tem erros. Erros ortográficos, erros lógicos, erros de estilo, de gramática, uma infinidade. Mal descubra corrijo-os logo, senão, avisem-me para luanacunhaferreira (gmail). Grazie!



(imagem retirada de http://www.nationalgeographic.com/)